LUIS
GONZAGA_ Luis Gonzaga do Nascimento 13-12-1912 (Exu Pernambuco) 1-8-1989
(Recife, Pernambuco). Filho de um músico sanfoneiro (Januário),
tocou sanfona desde criança e ingressou no exército em 1930,
viajando com as tropas pelo Brasil. Em 1939, estando no Rio de Janeiro
pediu dispensa da corporaç!ão para tornar-se músico
em casas de baile e cabarés, chegando a tocar nas ruas para ganhar
o sustento. Em 1941 apresentou-se com sucesso no programa de calouros
de Ary Barroso na Rádio Nacional apresentando a toada Vira e
mexe. Passou a acompanhar cantores, fez gravações como
instrumentista, trabalhou em várias rádios apresentando
músicas com ritmos regionais, principalmente do nordeste. A partir
de 1945 passa a grava também cantando, obtendo o primeiro sucesso
com Dezessete e setecentos (com Miguel Lima) e fixou uma parceria
com o jornalista cearense Humberto Teixeira, com quem passou a compor
peças de temática nordestina, estabelecendo o ritmo do baião.
São produtos dessa parceria as obras Baião (1946),
Asa Branca (1947), Juazeiro (1948), Paraíba
(1950), Assum Preto (uma transposição de Asa Branca
para modo menor) e Respeita Januário (1950). Passou a ter
como parceiro Zé Dantas, destacando-se as obras Cintura Fina
(1950), ABC do Sertão (1950), Vozes da Seca (1950).
Passou a ser denominado o "Rei do Baião". Pai do compositor
Gonzaguinha, passou a ser chamado de Gonzagão a partir da década
de 80.
Não desista enquanto você ainda for capaz de fazer um esforço a mais. É nesse algo a mais que está a sua vitória.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Ricardo Brennand
História
O instituto foi fundado por Ricardo Brennand, empresário e colecionador pernambucano de ascendência inglesa, nascido em Cabo de Santo Agostinho em 1927. Brennand obteve destaque na indústria canavieira da região Nordeste, atuando também nos segmentos de produção de cimento, azulejo, vidro, porcelana e aço. Na década de 1940, começou a colecionar
armaria, sobretudo armas brancas, consolidando nas décadas seguintes o
que viria a ser um dos maiores acervos privados dessa tipologia no
mundo.
Na década de 1990, Brennand decidiu investir o capital resultante da
venda de parte de suas fábricas na criação de uma fundação cultural
voltada à preservação e exposição de seu acervo. Ainda antes da inauguração do instituto, começou a adquirir obras de arte e objetos relacionados à história do Brasil,
sobretudo aos anos de ocupação holandesa da região Nordeste. Em poucos
anos, Brennand amealhou um vasto conjunto de pinturas de Frans Post,
além de paisagens e retratos seiscentistas, mapas, tapeçarias, moedas, documentos, livros raros e outros objetos referentes a essa temática.
O Instituto Ricardo Brennand foi inaugurado em setembro de 2002, com a exposição itinerante Albert Eckhout volta ao Brasil (também montada na Pinacoteca do Estado de São Paulo, no Conjunto Cultural da Caixa de Brasília e no Paço Imperial do Rio de Janeiro), que apresentou pela primeira vez ao público brasileiro o conjunto completo das pinturas de Eckhout pertencentes ao Museu Nacional da Dinamarca. No ano seguinte, o instituto inaugurou a exposição permanente Frans Post e o Brasil holandês na Coleção do Instituto Ricardo Brennand, com a presença da rainha Beatriz dos Países Baixos, do príncipe Guilherme Alexandre e da princesa Máxima Zorreguieta.
Além das exposições permanentes e temporárias, o instituto oferece visitas guiadas, cursos de história da arte, programa educativo voltado aos alunos dos sistemas público e privado de ensino de Pernambuco, programas de arte-educação para professores e atividades culturais em geral.
Acervo
O acervo do Instituto Ricardo Brenand é composto pelos núcleos de armaria, artes decorativas, tapeçaria, esculturas, mobiliário e artes visuais, abrangendo o período que vai da Baixa Idade Média ao século XX, com milhares de objetos procedentes da Europa, Ásia, América e África.
Armaria
O núcleo de armaria corresponde às origens da coleção Ricardo Brennand. É composto por mais de 3.000 peças, procedentes da Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Espanha, Suécia, Turquia, Índia e Japão, estando entre as maiores coleções do mundo em sua tipologia.
As peças são classificadas em segmentos específicos: armas de caça, guerra (defensivas e ofensivas), proteção pessoal e exibição. Um dos destaques do acervo é o conjunto de 27 armaduras completas (i.e., incluindo escudos, elmos, manoplas, guantes e cotas de malha), produzidas entre os séculos XIV e XVII, além das armaduras para cavalos e cães.
A coleção de armas brancas inclui punhais, estiletes, espadas, bestas, clavas, maças, alabardas, facas e canivetes
de origens e formatos variados, abrangendo o período que vai do século
XV aos dias de hoje, incluindo-se exemplares decorados com gemas, marfim, chifres, madrepérola, aço e metais.
Vejam algumas fotos do castelo... Que lindooooo!!!
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